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Mostrando postagens de Abril, 2014

Rapidinhos

Oi gente!!

O blog tem uma página no Facebook (que foi criada antes do blog rs), onde posto textos e em geral, menores e com mais frequência do que aqui. Algum pensamento breve, mais direto que as crônicas que costumo para quem acompanha somente pelo site. Por isso, resolvi trazer os mais curtidos de cada mês para cá. 

Espero que gostem da ideia. Segue o top 5 de rapidinhos de Abril:
Tô na fase do desapego, fazendo uma limpeza na minha vida. Dá um aperto bobo no coração, e foi por isso que hesitei por tanto tempo... Mas é que a gente tem essa mania de se prender as coisas que já passaram, sabe? Só que tudo na vida tem prazo de validade, nós é que temos dificuldade em aceitar isso. Não adoramos renovar o armário? Enquanto ficarmos apegados a antiguidades, não haverá espaço para o novo, somente ficaremos enterrados em tanta poeira e troço velho. Não tenha medo, a leveza que se sente ao final de uma arrumação é inexplicável! Recomeçar por completo, de coração aberto, sem um pezinho preso lá…

Gosto de amar.

Nas últimas semanas, três pessoas me disseram algo parecido com “acho incrível o quanto você acredita no amor”. E isso, em primeiro lugar, mexeu muito comigo. É algo bonito e de uma sensibilidade absurda dizer algo assim a alguém, e eu fico realmente feliz de conseguir transmitir isso às pessoas através dos meus textos ou atitudes.

Só que eu também fiquei me perguntando a razão deu acreditar tanto nesse sentimento. Afinal, assim como todo mundo, eu já tive grandes decepções no amor. Se eu falar que com doze anos eu tive a minha primeira desilusão, vocês vão achar que é exagero e muitos vão dizer que com essa idade ninguém ama de verdade. Seja lá o que vocês consideram por amor, seja lá qual a idade certa para amar, mas eu senti e doeu pra caramba, ok?

E depois dessa, eu tive diversas outras desilusões amorosas, cada uma de forma diferente e por motivos diferentes. Namorei três vezes, o menor deles durou um ano, e só tenho (quase) vinte e um anos. E isso, acredito, deve ser pelo fato de…

Um último ato de desespero.

Oi,
Não se espante por estar recebendo uma carta minha, pois a verdade é que ela está para ser entregue há semanas, mas como sempre, eu não tive coragem de entregá-la - ou me entregar, como preferir. Não que agora eu finalmente tenha me tornado um símbolo de bravura, pelo contrário, esse é, sendo bem sincero, um último ato de desespero.
Um ato de quem percebeu que não aguenta mais viver um dia se quer sem você. De quem percebeu que foi um imbecil por ter se deixado levar pelo orgulho e pelo medo. De quem percebeu que mesmo você não me respondendo e não querendo mais saber de mim, como já ouvi dizer por aí, não poderia desistir sem tentar. 
Você me conhece mais do que qualquer pessoa desse mundo e por isso mesmo foi embora. Eu demorei a entender. Afinal, de que outra forma eu poderia acordar? De que outra forma, mergulhado em meu pânico sem fundamento, eu perceberia que teria que fazer algo se não te perderia para sempre? De que outra forma eu tomaria a decisão de enviar essa carta?
Antes …