30 julho 2014

Rapidinhos - Top 5 (Julho)

Oi gente!! Tô de volta com mais um top 5 com os textos mais curtidos do mês, dessa vez de Julho, lá da minha página do Facebook!

Vamos lá!

Eu já fui mais corajosa. Muito mais. Não pensava duas vezes antes de fazer as coisas que me dessem vontade, antes de aceitar qualquer proposta, antes de sair correndo sem um rumo predefinido, antes de me entregar. Sabe aquele friozinho na barriga de descida de montanha-russa? Eu adorava. Era atrás disso que eu vivia. Felicidades intensas e instáveis. Mas, hoje em dia, eu tenho optato pelo que é seguro. Escolhendo pensar duas vezes, avaliando as opções, dando um passo de cada vez. A minha intenção é me poupar um pouco, porque, depois de tantas histórias, o coração acabou envelhecendo rápido demais e ficando fraco. Não sei quanto tempo mais ele aguenta, por isso acabei me tornando precavida. Sem loucuras e sem pressa. Só para ver se a felicidade, vindo aos poucos, também decide ficar por mais tempo. 

❤ 

Só queria que você soubesse que já passou. Toda a confusão de sentimentos que tinha sobrado. Toda a mágoa e toda a dor. Todos os meus desejos para você - bons e ruins. Passaram os pensamentos, os sonhos e os pesadelos. Passou a vontade de te ter por perto e, principalmente, a vontade de te ter bem longe de mim. Ficou indiferente e finalmente entendi que o fim do amor é exatamente esse, a indiferença. Fria e oca. Sem mais nem menos. Tudo que te envolve virou tanto faz, simplesmente porque já passou.

❤ 

Esperar pelo telefonema no dia seguinte da balada. Esperar pelo grande amor da sua vida. Esperar alguma atitude de outra pessoa. Esperar por algum dia que queremos muito que chegue. Esperar que a dor passe. Esperar, esperar, esperar. Parece que a gente vive para isso. E, no entanto, existe coisa mais exaustiva e angustiante que esperar? É silencioso demais, a gente nunca sabe se está esperando em vão, não recebemos nenhum aviso nem sinal. Perdemos noites de sono, perdemos o fôlego, perdemos o controle da situação – e da nossa vida. Uns mais, outros menos, a questão é que a gente tem essa mania estranha de concentrar as nossas energias naquilo que nem aconteceu ainda e que pode nem chegar a acontecer, enquanto temos tantas outras coisas realmente se confirmando a nossa volta.


❤ 

Quando a gente supera de verdade, diferente do que muitos pensam, não sentimos vontade de postar no Facebook. Nada de frase com indireta nem foto na balada. A superação de uma história é silenciosa, algo mais íntimo. É uma vitória pessoal, porque você sofreu, lutou e venceu sozinha. Logo, a comemoração e o brinde tem de ser a sós, por você e consigo mesma.

❤ 

Calma. Como eu tenho repetido isso para mim ultimamente! Quando eu me empolgo facilmente com alguém por causa de algumas poucas palavras. Quando eu começo a me desesperar pelas coisas estarem fugindo do meu controle. Quando eu tenho vontade de procurar saber algo que eu sei que vai me machucar. Quando eu começo a pensar demais. Resumindo, para tudo que faça o meu coração bater mais forte do que deveria. Calma. Respira fundo. Mais uma vez. Não vale a pena. Pronto. Passou. Tem sido assim, sabe? Feito terapia mesmo e tem funcionado, já que aos poucos, tenho alcançado a serenidade que eu sempre procurei. Sem pressa, sem cultivo de angústia, sem perder a cabeça por pouco. Saber esperar. Aquietar o coração. Com calma a gente pensa melhor, percebe as coisas melhor e vive (muito) melhor.


E aí, o que acharam? Me contem! :)

Beijos e mais beijos,

22 julho 2014

Você não sabe.


A verdade é que eu acho o seu sorriso lindo – tanto que me faz sorrir junto. E adoro quando me olha por um longo tempo fazendo com que o meu corpo inteiro sinta arrepios e experimento de sensações tão aconchegantes. Você não sabe que eu penso na gente e em nosso futuro (tão nebuloso) todos os dias. E que me despedir de você me deixa aflita, porque eu nunca sei quando vamos nos ver novamente.

Você nem imagina que eu acho que a minha mãe iria adorar tê-lo como genro e você iria amar o frango defumado que ela faz. Tenho certeza que ia se tornar a sua comida preferida, assim como é a minha. Também acho que você e o meu pai se tornariam grandes parceiros principalmente em discutir sobre futebol. E que eu comemorei feito louca quando descobri que vocês tinham o mesmo time.

Sei que não passa pela sua cabeça que eu fico imaginando como é a sua mãe, o seu pai e o seu irmão. E que eu torço no meu íntimo para que eles gostem de mim – se um dia eu chegar a conhecê-los.

Além disso tudo, você não faz ideia de que eu já calculei na minha mente que a minha cama tem o tamanho perfeito para nós dois ficarmos abraçados enquanto nos conhecemos um pouquinho mais toda vez. E que eu já reparei que a sua camisa ficará no cumprimento certo para que eu possa usá-la para dormir.

Você não sabe, porque eu nunca falei nada disso para você. Nunca dei sinais, nunca demonstrei nem se quer um pouquinho. Porque eu não sei fazer isso, porque eu tenho medo, e porque talvez uma coisa seja consequência da outra. Eu só nunca tive coragem, entende? Manter a pose de durona, por mais que me corroa, tem sido mais fácil. Tem sido mais seguro.

14 julho 2014

O amor acaba.


Amor acaba. Assim como tudo na vida, e eu aprendi isso com John Green, as coisas são construídas para depois desmoronar. É um pouco trágico e assustador pensar na vida dessa forma, mas ao mesmo tempo, é reconfortante. É, talvez, uma explicação plausível para tudo que aconteceu.

O nosso amor acabou. Digo o nosso e não o seu, porque o amor de verdade é vivido a dois, quando somente um ama, se chama outra coisa. E eu não vou dizer o que é, porque também não sei. Só sei que dói (e quem sabe esse sentimento se chame dor?). Só sei que traz um desespero um pouquinho sufocante. É como querer gritar, mas lembrar que está rouco, sabe?

O nosso amor acabou. Aos poucos e tão rápido! Não tive chance de tentar reverter a situação. Não deu tempo de correr atrás e arrastá-lo de volta (nem que tivesse sido a força). Não deu. E ter de me acostumar com os seus olhos sem brilho foi a pior coisa que eu já experimentei. Aceitar que eu não era mais a causa da sua respiração descontrolada e do seu sorriso mais sincero foi a parte mais difícil de todo o nosso fim.

O nosso amor acabou. Mas eu nunca me culpei, porque a gente simplesmente vai vivendo e fazendo as coisas conforme vai dando vontade, conforme as situações nos permitem, conforme tem de ser. Eu errei tanto, e ainda assim, tenho certeza que acertei muito mais. Tenho a minha consciência tranquila, porque eu fiz tudo que estava ao meu alcance para que desse certo. Além do mais, você me fez prometer que eu não me sentiria culpada, e eu estou cumprindo, rapaz.

O nosso amor acabou. E eu também não te culpo. Não mais. Hoje eu sei e aprendi a aceitar que sim, amor acaba. Sem maiores explicações, sem drama desnecessário, sem tanto peso nas costas de um ou de outro. Acaba, só isso.

07 julho 2014

Rapidinhos - Top 5 (Junho)

Oi gente!! Tô de volta com mais um top 5 com os textos mais curtidos do mês, dessa vez de Junho, lá da minha página do Facebook!

Vamos lá!


O que depender de você, faça. Dê duro, corra atrás, se vire e desvire quantas vezes forem preciso. Mas o que depender dos outros, pelo amor de Deus, deixe para os outros. Em hipótese alguma, faça por dois. Nunca valerá a pena.


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Podem me julgar, mas se tem uma coisa que eu aprendi a dar crédito é para a minha intuição. Sabe quando a gente não gosta muito de uma pessoa e aparentemente não existem motivos para isso? Seja a amiga do seu namorado, a prima da sua melhor amiga ou o namorado da sua irmã. O mundo inteiro diz que é bobagem e nós mesmos tentamos nos convencer disso, mas não dá certo. E o que acontece depois? Não sei com vocês, mas com todas as pessoas que eu fiquei com uma pulguinha atrás da orelha, chegou uma hora que elas mostraram que a minha implicância não era em vão. Eu nunca me enganei. Nunca. Nunquinha. Vai ver é um sopro do meu amigo lá de cima. Vai ver eu tenho um santo forte. Vai ver tudo é pura coincidência. Seja lá o que for, funciona comigo e eu confio mesmo nos meus pressentimentos. 


❤ 




As coisas ruins acontecem e, infelizmente, você não pode impedir isso. Mas as coisas boas também acontecem e, ainda bem, você também não pode impedir isso. Uma não anula a outra, mas em qual delas você vai querer gastar a sua energia? 

❤ 




Já passei do estágio de sofrimento. Foi bem rápido, ainda bem. Algumas poucas semanas de luto e pronto, estava eu sorrindo (sinceramente) por aí mais uma vez. Agora chegou a fase crítica que toda romântica assumida como eu vivencia: Vontade de amar novamente. Gente do céu, parece que não aprendemos né? É sempre o mesmo ciclo, mesmo depois de mais uma decepção no histórico, estamos ávidas por um novo amor. E não me julguem como carente, tô muito feliz sozinha, ok? Só que uma mão segurando a minha é algo que sempre enche os meus olhos, muito mais do que uma mão na minha nuca a cada final de semana.


❤ 

Desconfie. Sempre. Não do amor, porque esse merece toda a nossa fé, mas das pessoas. Tenha medo sim. Mantenha sempre um pé atrás. Vá com calma. Muita calma. Infelizmente, existem pessoas que interpretam bem, mas a verdade é que não fazem a mínima ideia do que é amar - e também não fazem questão nenhuma de aprender. E, no final, adivinha para quem vai sobrar todo o sacrifício e decepção? Exatamente. Você que mergulhou de cabeça em mais um relacionamento fadado ao fracasso por afobação e/ou ingenuidade. 



Foram esses, pessoal! Esse mês eu bati recorde de curtidas nos textos, o primeiro que postei já tem mais de 230 curtidas e eu fiquei muito muito muito feliz! *-* 

Espero que gostem! Me digam o que acharam, tá? :)

Beijos,