29 dezembro 2014

2015 será ainda melhor que 2014.


Então é isso, mais um ano acabando. Ao mesmo tempo em que isso não significa nada, consigo perceber o quanto finalmente sinto que cheguei ao fim de mais um ciclo com muitos aprendizados.

Isso porque do início desse ano até o finalzinho dele, percebo o quanto os meus sentimentos se estabilizaram e eu posso, enfim, distinguir cada um deles e seus papéis em minha vida. Alguns sumiram, outros se transformaram, e ainda alguns nasceram. Muita coisa aconteceu, muita história se desenvolveu e eu mudei. Como mudei! 

E eu achando que o ano passado tinha sido uma prova para mim... Não foi e provavelmente esse ano que está terminando também não deve ser o mais difícil da minha vida. Afinal, a gente é sempre mais forte do que pensa! Bobeira é pensar que nunca vamos aguentar. Aguentamos sim, sobrevivemos sim. Os desafios vão aumentando à medida que vamos ganhando forças também e subindo de nível no jogo.

E se eu pudesse resumir esse ano em uma palavra seria: chance. Sempre há uma nova chance para recomeçar e ser feliz. A gente só precisa arriscar. Deixar o medo de lado e não se acomodar na dor e nos sentimentos ruins. Porque com certeza há algo melhor vindo, mas é preciso deixar que chegue. E exatamente por isso, tenho a certeza de que 2015 será ainda melhor que 2014. Porque aprendi que devo estar aberta às boas surpresas da vida. 

E esse é o meu desejo para vocês também: Um coração sem bloqueios para que os sorrisos possam acontecer com mais frequência do que as lamentações.

18 dezembro 2014

Eu não sei escrever textos pessimistas e melancólicos.


Um dia desses recebi uma mensagem em que a menina me perguntava como eu conseguia ser tão positiva, sempre acreditando em tudo. Eu? positiva? Eu nunca tinha reparado nessa minha "característica" até então, mas consegui chegar em uma conclusão: Eu não sei escrever textos pessimistas e melancólicos.

Não estou dizendo que eu não fique mal, afinal, sou tão frágil e vacilante quanto qualquer pessoa. Mas quando eu estou mal, para falar a verdade, a última coisa que eu penso é em escrever, ao contrário de muita gente que eu conheço. Acho a dor mais difícil de ser colocada em palavras, além de preferir viver de uma só vez e não em parcelas a cada vez que escrever um texto.

Mas ainda assim, toda vez que eu decido escrever em algum momento ruim, é como se o restinho da minha sanidade entrasse em ação e eu acabo me dando conselhos como se fosse outra pessoa ou criando uma fantasia gostosa e muito mais interessante que a minha dor real. O meu objetivo é sempre fugir da dor (desnecessária) e/ou aprender com ela.

E tudo isso deve ser porque eu acredito no poder que as palavras têm: A capacidade de transformar o mundo de quem as lê. Da mesma forma que ao ler um texto triste, eu acabo ficando meio pra baixo; quando leio algo pra cima, até o meu dia fica melhor.

Isso me fascina.

Gosto da possibilidade de um novo desfecho, gosto da liberdade de ser quem eu quiser ser, gosto de ser melhor e mais feliz quando leio e, principalmente, quando escrevo. E se isso também pode ajudar aos outros - assim como serve de terapia para mim, eu não consigo pensar em outra coisa que eu mais ame fazer na vida.


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